Aviso sobre os 3 piores golpes que recém-casados podem sofrer

O início da vida a dois é um período de grandes decisões e investimentos. Criminosos se especializaram em explorar os sonhos e a empolgação dos recém-casados, criando golpes com falsas promoções de viagens, móveis planejados e financiamentos.

Este guia detalha as 3

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armadilhas mais comuns para quem está começando a vida a dois e como proteger o patrimônio do casal.

Por que recém-casados são um alvo tão visado?

Os golpistas focam neste público por razões claras. Recém-casados estão em um momento de alto consumo, planejando a lua de mel, mobiliando a casa e, muitas vezes, buscando o financiamento do primeiro imóvel. Essa necessidade de adquirir múltiplos produtos e serviços em um curto espaço de tempo os torna mais abertos a “grandes oportunidades”.

A falta de experiência em negociações de alto valor e a sobrecarga emocional do planejamento do casamento e da nova vida podem diminuir a atenção aos detalhes de um contrato ou de uma oferta. Além disso, a exposição de sua nova fase de vida nas redes sociais (“noivamos!”, “enfim casados!”) os marca como alvos ideais para uma abordagem direcionada.

As 3 armadilhas mais comuns para quem está começando a vida a dois

As fraudes são desenhadas para parecerem a oportunidade perfeita para o casal economizar e realizar seus sonhos.

1. O golpe da falsa lua de mel ou pacote de viagens

Esta fraude explora o sonho da viagem perfeita. Criminosos criam perfis falsos de agências de turismo no Instagram ou sites fraudulentos, anunciando pacotes de lua de mel para destinos paradisíacos com preços muito abaixo do mercado. Eles usam fotos e vídeos roubados de outras agências para dar credibilidade. Para “garantir a reserva” com o preço promocional, exigem um pagamento de sinal via Pix. Após a transferência, a suposta agência desaparece.

2. O golpe dos móveis planejados fantasmas

Mirando na necessidade de mobiliar a casa, falsas lojas de móveis planejados surgem nas redes sociais com portfólios impressionantes e descontos agressivos. O golpista envia um “projetista” à casa do casal, que tira as medidas, elabora um projeto convincente e apresenta um contrato. Para fechar o negócio e “segurar o valor promocional”, ele exige o pagamento de uma entrada substancial, geralmente entre 40% e 50% do valor total. Após receber o dinheiro, a loja não responde mais aos contatos e os móveis nunca são entregues.

3. O golpe do falso financiamento imobiliário aprovado

Este golpe ataca o sonho da casa própria. Falsos correspondentes bancários ou consultores financeiros entram em contato, geralmente por WhatsApp, afirmando que o casal tem um financiamento imobiliário pré-aprovado com condições imperdíveis. Para “liberar a carta de crédito” e dar andamento ao processo, eles solicitam o pagamento de “taxas administrativas” ou de um “seguro-fiança” antecipado. O valor, que parece pequeno perto do total do imóvel, é transferido e o suposto consultor some.

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